segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"PARADOXO DO NOSSO TEMPO" ( Port. - Fr.)

Oct 21, '10 11:04 AM
for everyone

Un joli texte que l'on m'a transmis  !
                   VIE MODERNE
 Texte de George  Carlin comédien
  Le paradoxe de notre temps est que nous avons de plus grands bâtiments mais des plus petits tempéraments, des autoroutes plus larges mais des points de vue plus étroits. 
Nous dépensons plus mais nous avons moins, nous achetons plus mais apprécions moins, nous avons de plus grandes maisons, mais de plus petites familles, plus de commodités mais moins de temps. 
Nous avons plus d'instruction mais moins de bons sens, plus de connaissances mais moins de jugement, plus d'experts et encore plus de problèmes, plus de médicaments mais moins de bien-être. 
Nous avons trop, nous fumons trop, nous nous dépensons inconsidérément, nous rions trop peu, conduisons trop vite, nous nous mettons trop en colère, nous nous levons trop tard et fatigués, nous pensons trop peu, regardons trop la telé et prions trop rarement.
 Nous avons multiplié nos possessions mais réduit nos valeurs, nous parlons trop, aimons trop rarement et haïssons trop souvent.
 Nous avons appris comment gagner notre vie mais pas la vie. Nous avons ajouté des années à la vie, pas de la vie aux années.
 Nous sommes allés sur la lune et en sommes revenus, mais avons des difficultés à traverser la rue pour rencontrer un nouveau voisin. Nous avons conquis l'espace sidéral mais pas notre espace intérieur.
 Nous avons fait de grandes choses mais pas les meilleures choses. Nous purifions l'air, mais polluons les âmes.
 Nous avons conquis l'atome, mais pas vaincus nos préjugés. Nous écrivons plus mais apprenons moins.
Nous planifions plus mais accomplissons moins. Nous avons appris à nous précipiter mais pas à attendre. 
Nous construisons plus d'ordinateurs pour obtenir plus d'informations pour produire plus de documents que jamais mais nous communiquons de moins en moins.
 Nous sommes dans le temps de la nourriture rapide mais des digestions lentes, des êtres humains de grandes tailles mais de petits caractères, des trop larges profits et des relations peu profondes.
 Nous jouissons de deux revenus mais divorçons, nos maisons sont luxueuses mais nos foyers détruits.
 De nos jours nous faisons des voyages éclairs, et des couches-culottes jetables, nous appliquons une morale sur mesure, et nous engageons des flirts sans lendemain.
 C'est l'époque des personnes obèses et des comprimés à tout faire, qui vous remontent le moral, vous apaisent et vous tuent.
 C'est une époque où seule l'apparence compte au détriment du contenu.
 A notre époque on peu choisir de partager ce texte ou de le supprimer.
 Souviens-toi, passe du temps avec tes proches, ils ne seront pas là éternellement. N'oublie pas de dire un mot gentil à quiconque te regarde avec admiration.
 Bientôt cet enfant pour qui tu es un héros sera devenu grand et vivra sa propre vie. N'oublie pas de serrer dans tes bras les personnes que tu aimes, parce que c'est le seul trésor qui vienne du cœur et qui ne coûte rien.
 N'oublie pas de dire je t'aime à ton partenaire et aux personnes qui comptent pour toi, mais surtout, dis-le avec sincérité.
 On peut guérir n'importe quelle blessure en serrant quelqu'un contre soi, pourvu qu'on le fasse avec tendresse.
 Souviens-toi de profiter du temps que tu as avec la personne que tu aimes, parce qu'un jour cette personne ne sera plus là. 
Prends le temps d'aimer, prend le temps de parler et de partager tes pensées intimes.
 Et n'ouble jamais ceci : La vie ne se mesure pas par le nombre de fois qu'on respire, mais par le nombre d'instants beaux à couper le souffle…
O Paradoxo do Nosso Tempo

O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós amamos raramente, e odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas não cruzamos a rua pra encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma;
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
Escrevemos mais, mas aprendemos menos;
Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
Tempo do homem grande de caráter pequeno; 
Dos lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. 

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis. Dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. 

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em “delete”.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. 

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. 

Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua esposa (o) e às pessoas que ama. 

Mas em primeiro lugar, se ame... se ame muito e a Deus sobre todas as coisas.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua família e as pessoas que fazem parte de sua vida.

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós amamos raramente, e odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas não cruzamos a rua pra encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma;
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
Escrevemos mais, mas aprendemos menos;
Planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
Tempo do homem grande de caráter pequeno; 
Dos lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. 

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis. Dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. 

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em “delete”.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. 

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. 

Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua esposa (o) e às pessoas que ama. 

Mas em primeiro lugar, se ame... se ame muito e a Deus sobre todas as coisas.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua família e as pessoas que fazem parte de sua vida.

Lembre-se de segurar a mão e enaltecer o momento, sabendo que um dia aquela pessoa não estará mais aqui.

Conceda-se tempo para amar, conceda-se tempo para falar, conceda-se tempo para compartilhar os seus preciosos pensamentos.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas querer tudo que você tem!

As pessoas se esquecerão do que você disse... as pessoas se esquecerão do que você fez... mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir".




George Carlin
George Denis Patrick Carlin dispensa apresentação.
Comediante, ator e autor, nasceu em Nova Iorque em 12 de maio de 1937.
Com seu refinado humor de crítica social, fatalmente se tornou polêmico, angariando vários dissabores por aí a fora, sendo preso várias vezes.
Crítico acérrimo das religiões, ateu convicto, principalmente do sentido da culpa e do controle social, defendia valores seculares.
Aplaudido por vários colegas, como Lewis Black e Bill Maher, George Carlin chegou ainda a participar em vários filmes e séries de TV. Dublou ainda filmes de animação, como “Carros” e outros.
Em 22 de Junho, 2008, Carlin deu entrada no hospital Saint John’s Health Center em Santa Monica, California, com dores no peito, vindo a falecer naquele dia. Estava com 71 anos.
Sua morte ocorreu uma semana após sua última apresentação no Orleans Hotel e Casino de Las Vegas.
De acordo com sua vontade, Carlin foi cremado e suas cinzas espalhadas sem qualquer serviço de homenagens publicas ou religiosas.
Suas opiniões não são necessariamente as do Duniverso. 


Attachment: Vie.pps

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