Gente do céu! Eu sempre quis assistir o Cirque du Soleil, que eu costumava ver na Tv e ficava sonhando de um dia estar lá bem perto do picadeiro!Ano passado eles estiveram aqui, mas o preço....bom, o preço continua salgado, mas como agora pago meia entrada ( adivinhem o motivo..rsrsrsrss...) Então encarei, parcelei e FUI!!!!!!!!!!
Nem precisa dizer que adorei!!! Chegando lá deparei-me com a boutique dos produtos exclusivos do circo! Claro que deu vontade de comprar a linda sombrinha, as camisetas, os CDs, DVDs, etc. Mas os preços estavam mais altos que os trapezistas!!! Mesmo assim encarei uma "caneca" para não ficar tão frustatinha e trazer uma lembrancinha física deles, pois na memória eu trouxe todo o encantamento das horas que passei lá dentro!!!
VOILÀ!!! VIVE LE CIRQUE DU SOLEIL!!!!
Fui com minha amiga Nedi, se não fosse ela não teria como ir, pois era muito loooooonge!!!

Chegando ao Mundo Mágico do Circo!!!!

Bem que eu queria ter uma sombrinha dessa!
Eu sou mesmo uma "criança grande" hehehee! Fazendo gracinha com as coisas da boutique! Póóóóde isso?
VAMOS AO ESPETÁCULO!!!!

Quidam
Quidam, pronunciado “key-dam”, vem do latim e significa transeunte anónimo, uma figura solitária numa rua qualquer, alguém que passa à pressa, que se sente sozinho no meio da multidão. Quidam, dirigido por Franco Dragone, transforma um mundo anónimo num espaço de esperança e de relacionamentos.

Com mais de 50 artistas de mais de dez países, esta produção é uma excitante combinação de arte acrobática, mestria técnica, criações extravagantes e uma inspiração musical excepcional, harmoniosamente entrelaçadas por um fio emocional dramático. Quidam apresenta a German Wheel, Banquine, Spanish Webs, Diabolos, Aerial Contortion in Silk, e, obviamente, os aclamados Crazy Clowns. Uma impressionante banda sonora tocada ao vivo, resulta de misturas culturais eclécticas, instrumentos de corda clássicos e sintetizadores, misturadores e guitarras.
Quidam é verdadeiramente uma experiência única do Cirque du Soleil.
Spanish Webs
Quebrando a tradição, o Quidam apresenta a rede espanhola como um acto em grupo. Os artistas voam pelo palco, presos a um transportador, criado especialmente para este fim, a que se chamou teleférico. De repente, é como se o tempo parasse quando os acrobatas, alternadamente ou em grupo, mergulham no vazio, suspensos apenas pelas cordas enroladas às suas cinturas ou tornozelos.
Skipping Ropes
Lembra-se da alegria que sentia a saltar à corda com os seus amigos quando era criança? Retirando da dança, das acrobacias e da arte da manipulação a sua inspiração, o Cirque du Soleil transformou esta conhecida brincadeira de crianças num feito coreográfico. À medida que as cordas marcam o ritmo, um grupo de 20 acrobatas, dotados de excepcional capacidade de coordenação e ritmo, executam uma corrente seguida, a solo, em duos ou em grupo, de saltos e dança.Handbalancing
Iluminada no palco, a graciosa silhueta da artista cativa imediatamente a imaginação. Apoiada e equilibrada sobre varas, a artista move-se elegantemente numa série de posições instáveis e de grau de complexidade sempre crescente.
German Wheel
Proveniente de um exercício de ginástica da Alemanha, a roda alemã é elevada a um grau completamente diferente no espectáculo Quidam. Shayne transforma-se num raio humano enquanto roda, gira, rodopia e manobra a roda, executando saltos mortais e acrobacias que desafiam as leis da gravidade.
German Wheel
Diabolos
Essas garotinhas são incríveis!!!

O diablo, ou ioiô chinês, é uma brincadeira de crianças que os chineses elevaram a forma de arte. Quatro jovens artistas chineses, cada um com dois paus ligados por um fio onde um carretel é atirado, equilibrado e manuseado de forma quase mágica, tentam superar-se entre si neste jogo de destreza e talento. Este acto foi premiado com a Medalha de Ouro na edição de 1995 do Festival do Cirque de Demain, em Paris.
Banquine
O acto Banquine é uma exibição da espantosa agilidade do corpo humano. Quinze artistas realizam sequências de acrobacias e pirâmides humanas espectaculares, surpreendendo o público com os seus movimentos perfeitamente sincronizados. Banquine é proveniente da tradição acrobática italiana e a sua origem data da Idade Média. Este acto absolutamente impressionante foi premiado com um Palhaço de Ouro na edição de 1999 do Festival Internacional de Circo de Monte Carlo.
Aerial Hoops
Aerial contortion in Silk
Intensidade, força e graciosidade combinam-se à medida que Anna se torna una com a coluna de tecido vermelho que a suporta e embala. Ao som de uma música inesquecível, tecido e contorcionista entrelaçam-se, separam-se e voltam a unir-se. O tecido translúcido abraça ocasionalmente o corpo da artista, criando um efeito visual de uma impressionante beleza.
Statue Vis Versa
Sem nunca perderem contacto um com o outro, dois artistas fortes e flexíveis movem-se de uma forma quase imperceptível, assumindo posições que seriam impossíveis sem um sentido de equilíbrio extremo. Asa e Jerôme apelam à sua sensibilidade e poder de concentração na busca por uma perfeita harmonia. O acto é testemunho da beleza natural do corpo humano, permitindo-lhes ganhar um Palhaço de Prata, em 2000, no Festival Internacional de Circo de Monte Carlo.
Boomboom
UM OLHAR PELO CIRQUE DU SOLEIL
A criação do Cirque du Soleil
Tudo começou em Baie-Saint-Paul, uma pequena cidade próxima de Quebeque, no Canadá. Por essa altura, início da década de 1980, um grupo de coloridos personagens vagueava pelas ruas em cima de andas, a fazer malabarismos, a dançar, a cuspir fogo e a tocar música. Eram conhecidos por Les Échassiers de Baie-Saint-Paul (os Caminhantes em Andas de Baie-Saint-Paul), um grupo de teatro de rua fundado por Gilles Ste-Croix. Já nessa época, a cidade ficava impressionada e intrigada com os jovens artistas, que incluíam Guy Laliberté que acabou por se tornar o fundador e director do Cirque du Soleil.
A companhia acabou por formar o Le Club des Talons Hauts (O Clube do Tacão Alto) e, mais tarde, em 1982, organizou La Fête Foraine de Baie-Saint-Paul, um evento cultural onde os artistas de rua de todos os cantos do mundo se encontravam para trocar ideias e alegrar as ruas da cidade durante alguns dias. A Fête Foraine repetiu-se em 1983 e 1984. O Club des Talons Hauts começou a ganhar notoriedade e Guy Laliberté, Gilles Ste-Croix e os seus seguidores, começaram a alimentar um sonho aparentemente impossível: criar uma companhia de circo no Quebeque que viajasse por todo o mundo.
Em 1984, a Cidade do Quebeque celebrava o 450º aniversário da descoberta do Canadá por Jacques Cartier e precisavam de um espectáculo que levasse as festividades a todos os pontos da província. Guy Laliberté apresentou a proposta de um espectáculo chamado Cirque du Soleil (Circo do Sol) e conseguiu convencer os organizadores. Desde então, o Cirque du Soleil nunca mais parou!
Alguns dados estatísticos
Em 1984 73 pessoas trabalhavam para o Cirque du Soleil. Actualmente, este é um negócio que emprega mais de 3.800 pessoas por todo o mundo, incluindo cerca de 1.000 artistas.
Só na Sede Internacional de Montreal trabalham mais de 1.700 pessoas.
A idade média dos empregados é 35 anos.
Os funcionários e artistas do Cirque representam mais de 40 nacionalidades e falam 25 línguas diferentes.
Desde 1984, as digressões dos espectáculos do Cirque du Soleil já fizeram cerca de 250 paragens em mais de 100 cidades por todo o mundo.
Mais de 70 milhões de espectadores já viram um espectáculo do Cirque du Soleil.
Perto de 10 milhões de pessoas vão ver um espectáculo do Cirque du Soleil em 2007.
Desde 1992 que o Cirque du Soleil não recebe quaisquer donativos de sectores públicos ou privados.
Prémios mais importantes
Emmy, Drama Desk, Bambi, Ace, Gémeaux, Gemini, Félix e uma Rosa de Ouro de Montreux.
NEM PRECISA FALAR QUE EU ADOREI!!!!!!!
ALGUNS VÍDEOS DO ESPETÁCULO QUE ASSISTÍ:
E para finalizar...nada como um bom e gostoso "Café com leite" na minha caneca nova!!!!

Espero poder ver esse espetáculo mais algumas vezes!!!!!
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